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Justiça encerra ação que contestava a transformação do PS Central em atendimento psicossocial

Confira os detalhes com Marcelo Fontes na coluna 'De Olho na Política'
atendimento psicossocial
Confira os detalhes com Marcelo Fontes na coluna 'De Olho na Política'

Confira os detalhes com Marcelo Fontes na coluna ‘De Olho na Política’

Nesta terça-feira, a Justiça de Ribeirão Preto encerrou a ação popular que contestava o fechamento do Pronto-Socorro Central para a transformação em um centro de atendimento psicosocial. A decisão, que atendeu ao parecer do Ministério Público, alegou que a ação popular não era o meio adequado para questionar a decisão administrativa da prefeitura.

Fechamento do Pronto-Socorro

A ação, movida pelo vereador Jean Corauci e o deputado federal Ricardo Silva, alegava falhas administrativas na decisão da prefeitura. No entanto, tanto o juiz quanto o Ministério Público consideraram que não há ilegalidade na proposta de transformação do Pronto-Socorro em um centro de atendimento psicosocial 24 horas. A justiça não julgou o mérito da questão do fechamento da unidade de saúde, mas sim a inadequação do instrumento legal utilizado pelos autores da ação. Atualmente, a unidade funciona como pronto-atendimento das 8h às 19h, e a transformação em centro de saúde mental deve ocorrer a partir do próximo ano.

Doação de Terreno para Centro Administrativo

A Câmara de Ribeirão Preto deve votar hoje a doação de um terreno de 105 mil metros quadrados para a construção de um novo centro administrativo. A área, avaliada em 19 milhões de reais, pertence à Fundação Educandário e será destinada à prefeitura para a construção do centro, projeto prometido desde 2018. O custo estimado da obra é de 60 milhões de reais, e a prefeitura pretende financiar a construção com a venda de terrenos.

Próximos Passos

A votação na Câmara Municipal deve ser protocolar, representando mais um passo para a oficialização do projeto e a abertura de licitação para a construção. Ainda não há um prazo definido para o início das obras. A forma como os recursos serão obtidos, incluindo a venda de terrenos e possíveis financiamentos, ainda será discutida pela prefeitura. Apesar das incertezas quanto ao financiamento, a atual administração pretende iniciar a construção do centro administrativo.

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