Duas mulheres e um homem foram liberados; grupo é suspeito de outros furtos à caixas eletrônicos
Três suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos de caixas eletrônicos foram liberados após serem presos em Ribeirão Preto. A prisão ocorreu na terça-feira (dia não especificado), quando oito pessoas foram detidas em uma chácara no bairro Jadinzara.
Prisão e materiais apreendidos
Na chácara, a Polícia Militar apreendeu coletes à prova de bala, munição pesada, explosivos e mais de R$ 270 mil em dinheiro – valor superior ao roubado em um caixa eletrônico em Cajuru na madrugada da terça-feira. O major PM Marco Aurélio Gritti acredita que a quadrilha esteja envolvida em outros crimes na região, devido ao alto grau de organização e equipamentos encontrados no local, que incluíam fuzis, calibre 12, pistola 9mm, revólver, farta munição e um sistema de câmeras de segurança monitoradas por uma central de imagens.
Investigação em andamento
A polícia investiga a participação da quadrilha em outros crimes, analisando o modelo dos veículos usados, o tipo de armamento e a forma como os crimes foram executados. O major Gritti afirma que a quantia de dinheiro apreendida é muito maior do que a roubada em Cajuru, sugerindo envolvimento em outros furtos. Os três suspeitos liberados permanecem sob investigação da Polícia Civil.
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Mudança de foco nas ações criminosas
A região de Ribeirão Preto registrou sete ataques a caixas eletrônicos em 2023, aumento atribuído pela polícia à mudança de foco das quadrilhas. Em 2022, foram registrados três ataques a carros-fortes. A hipótese é que a pena menor para furto em comparação ao roubo tenha motivado a mudança de estratégia dos criminosos. A investigação busca esclarecer todos os detalhes dos crimes e a extensão da participação da quadrilha.



