Motorista teria avisado ao garoto, de 12 anos, que soltasse o veículo; caso aconteceu em 2018, no Parque Ribeirão
A Justiça negou o pedido de indenização de uma família à empresa de transporte público Consórcio Pró-Urbano, em Ribeirão Preto, após a morte de um adolescente de 12 anos em 2018. O menino foi atropelado por um ônibus enquanto praticava "rabeira", ato de se agarrar na traseira de veículos em movimento.
O Acidente e a Decisão Judicial
O acidente ocorreu no Parque Ribeirão, zona oeste da cidade. O advogado do Consórcio Pró-Urbano, Paulo Braga, afirmou que o motorista alertou o adolescente sobre o perigo, mas não o viu no momento do atropelamento. A justiça entendeu que as provas são contundentes a favor do motorista e da empresa, negando a indenização em primeira instância. Embora a possibilidade de recurso exista, o advogado acredita que a decisão será mantida.
Os Perigos da "Rabeira" e as Ações do Pró-Urbano
A prática da "rabeira" continua a ocorrer em Ribeirão Preto, colocando motoristas e outros em risco. O advogado relatou que motoristas sofrem ameaças e depredações em decorrência disso, e que alguns se recusam a trabalhar em determinadas áreas por causa da prática. O Pró-Urbano alega que o problema se configura como questão de segurança pública, e que diversas ações judiciais relacionadas a acidentes com "rabeira" estão em andamento.
Leia também
Conscientização e Segurança Pública
A reportagem finaliza com um alerta sobre os perigos da prática da "rabeira", incentivando a população a denunciar casos e reforçando a necessidade de conscientização, principalmente entre adolescentes. A Transerp, responsável pelo transporte público, realiza campanhas educativas para coibir a prática, que além de perigosa, pode levar a acidentes graves com consequências fatais.



