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Justiça nega pedido de presença de Luis Garnica e Elizabete Arrabaça em audiência

Justiça nega pedido de presença de Luis Garnica e Elizabete Arrabaça em audiência
Justiça nega pedido
Justiça nega pedido de presença de Luis Garnica e Elizabete Arrabaça em audiência

Justiça nega pedido de presença de Luis Garnica e Elizabete Arrabaça em audiência

A Justiça negou os pedidos das defesas de Luís Antonio Garnica e Elisabeth Arrabassa para que mãe e filho participem presencialmente da primeira audiência sobre a morte da professora de pilates Larissa Rodrigues. A audiência de instrução está agendada para o dia 9 de setembro no Fórum de Ribeirão Preto, com a oitiva de 24 testemunhas entre acusação e defesa.

Argumentos da Defesa de Luís Antonio Garnica

O advogado Júlio Mocin, que representa o médico Luís Antonio Garnica, classificou a decisão como inconstitucional. Ele argumenta que o direito constitucional de seu cliente de estar presente na audiência, auxiliando na própria defesa, está sendo negado. A defesa pretende recorrer da decisão, buscando garantir a presença de Luís na audiência, alegando que a participação por videoconferência é ilegal e carece de fundamentação.

Pedido da Defesa de Elisabeth Arrabassa

O advogado Bruno Correia, defensor de Elisabeth Arrabassa, também solicitou a participação presencial de sua cliente, especialmente no ato do interrogatório judicial. Ele explicou que a decisão da justiça pode dificultar a defesa, pois a presença física da acusada é fundamental para que ela possa ser instruída adequadamente sobre os pontos do processo e exercer sua autodefesa. A defesa considera que a dificuldade técnica de acesso à cliente na penitenciária impede uma comunicação eficaz. A defesa não se opõe à participação remota nas demais audiências, visando preservar a saúde da cliente e cooperar com o Poder Judiciário, mas insiste na presença física durante o interrogatório.

Contexto do Caso

Elisabeth Arrabassa, presa desde maio, é acusada de envenenar a nora, Larissa Rodrigues. Ela foi transferida para a penitenciária feminina de Tremembé, enquanto seu filho, Luís Antônio Garnica, cumpre prisão preventiva na penitenciária de Serra Azul. Ambos respondem por feminicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Elisabeth também é investigada em outros inquéritos, incluindo a morte de sua filha, Natália Garnica, e a morte de uma amiga, Elidide Guidi. Mãe e filho negam as acusações.

O caso segue em andamento, com a expectativa da realização da audiência de instrução e o desenrolar das investigações sobre as demais acusações contra Elisabeth Arrabassa.

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