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Justiça nega pedido de prisão domiciliar para modelo suspeita de tráfico de armas

Jovem foi presa no interior de Goiás, há 10 dias, após ter fotos sensuais ostentando um fuzil encontradas pela Polícia Civil
Prisão domiciliar modelo
Jovem foi presa no interior de Goiás, há 10 dias, após ter fotos sensuais ostentando um fuzil encontradas pela Polícia Civil

Jovem foi presa no interior de Goiás, há 10 dias, após ter fotos sensuais ostentando um fuzil encontradas pela Polícia Civil

Modelo continua presa

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão domiciliar para Gabriela Saravas Conselha, de 19 anos, suspeita de tráfico de armas. Conhecida por postar fotos em redes sociais ostentando armas, principalmente fuzis, ela foi presa em 16 de novembro em Anápolis (GO).

Investigação e Defesa

A investigação aponta que o armamento seria entregue a uma organização criminosa em Belém (PA). A defesa argumenta que Gabriela tem uma filha de quatro anos e que a prisão da mãe prejudica a criança. O advogado Wagner Castro de Souza afirma que a modelo colaborou na fase inicial do inquérito e que os elementos que sustentam a prisão preventiva são insuficientes. O Ministério Público de São Paulo, no entanto, se manifestou contrário à liberdade provisória, alegando risco à ordem pública e descumprimento de determinações judiciais na audiência de custódia.

Decisão Judicial e Próximos Passos

Na decisão, o relator afirma que a prisão cautelar foi motivada e que qualquer constrangimento ilegal deveria ter sido detectado no início da investigação. A Justiça solicitou à Secretaria de Segurança Pública de São Paulo a transferência de Gabriela para uma unidade prisional na região de Bebedouro (SP). A defesa já informou que irá entrar com um novo pedido de liberdade.

A justiça paulista manteve a prisão preventiva da modelo, rejeitando os argumentos da defesa. O caso segue em andamento.

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