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Justiça proíbe ex-prefeito de Barretos de exercer cargo concursado e acessar repartições públicas

Guilherme Ávila (PSDB), aprovado para a função de fisioterapeuta, é suspeito de chefiar um esquema de fraude de holerites
ex-prefeito Barretos
Guilherme Ávila (PSDB), aprovado para a função de fisioterapeuta, é suspeito de chefiar um esquema de fraude de holerites

Guilherme Ávila (PSDB), aprovado para a função de fisioterapeuta, é suspeito de chefiar um esquema de fraude de holerites

Prefeitura de Barretos publica proibições e rescisões de contratos relacionados à ‘fraude dos Olerites Premiados’.

Entenda o caso

A decisão da Prefeitura de Barretos, publicada ontem no Diário Oficial, está relacionada a um processo de 2020 que investiga um esquema de fraude em olerites, com desvio de cerca de R$ 11 milhões dos cofres públicos. O Ministério Público e o Gaeco apontam pagamentos superfaturados e envolvimento de diversos servidores.

Envolvidos e acusações

O ex-prefeito Lhérmen Hick de Ávila, citado em acordo de delação premiada, é um dos principais envolvidos. Também são mencionados o ex-prefeito e médico Wagner Kleber Schiappett, a auxiliar administrativa Ana Paula Martins Mazeto, e outros servidores: Bruna Alves Neves, Adriana Cristina Rodrigues Alvarenga, Silvio Brito Hávila, Daniel Carlos Silva, Marcia Fonsi Cavilela e Silvana Parecida Ferreira Simões. O ex-prefeito nega as acusações, classificando a delação premiada como descabida e alegando inocência para si e outros servidores.

Proibições e próximos passos

Além das rescisões contratuais, os envolvidos estão proibidos de acessar prédios públicos e contatar testemunhas. A produção jornalística tentou contato com todos os citados, sem sucesso. As medidas da prefeitura seguem os rumos da decisão judicial em andamento.

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