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Justiça prorroga a prisão temporária dos quatro suspeitos de invadirem o celular de Sergio Moro

Hackers foram encontrados em Araraquara, Ribeirão Preto e São Paulo; quadrilha ficará detida até quinta-feira (1º)
prisão temporária Moro
Hackers foram encontrados em Araraquara, Ribeirão Preto e São Paulo; quadrilha ficará detida até quinta-feira (1º)

Hackers foram encontrados em Araraquara, Ribeirão Preto e São Paulo; quadrilha ficará detida até quinta-feira (1º)

A Justiça prorrogou por mais cinco dias a prisão temporária de quatro suspeitos de invadir celulares de autoridades, incluindo o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador da República Deltan Dallagnol. A decisão, tomada ontem, mantém detidos Walter Delgatti Neto (Ribeirão Preto), Gustavo Henrique Elia Santos, Suella Em Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques (este último foi liberado anteriormente).

Prisões Temporárias Extensas

Os quatro hackers foram presos na última terça-feira pela Polícia Federal, durante a Operação Espfan. A prisão temporária inicial, de cinco dias, expirava hoje, sábado, mas a Polícia Federal solicitou e obteve a prorrogação junto à Justiça.

O Caso e as Admissões

Delgatti confessou à Polícia Federal ser o mentor dos ataques aos smartphones de autoridades e procuradores, incluindo Dallagnol. Ele afirmou ter repassado conversas do Telegram para o site Intercept, que iniciou a publicação dos vazamentos em 9 de junho. A investigação pela Superintendência da Polícia Federal em Brasília continua.

Investigação em Andamento

A prorrogação das prisões temporárias visa permitir que a investigação avance e esclareça todos os detalhes dos ataques, incluindo a motivação e a extensão dos vazamentos. A Polícia Federal busca aprofundar as apurações para responsabilizar todos os envolvidos.

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