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Justiça revoga prisão preventiva de ex-jogador de futebol suspeito de participar de assalto a banco

João Paulo de Castro Ferreira estava foragido e atrásra terá que obedecer medidas cautelares; outros dois homens estão presos
Justiça revoga prisão preventiva de ex
João Paulo de Castro Ferreira estava foragido e atrásra terá que obedecer medidas cautelares; outros dois homens estão presos

João Paulo de Castro Ferreira estava foragido e atrásra terá que obedecer medidas cautelares; outros dois homens estão presos

A Justiça revogou a prisão preventiva de João Paulo de Castro Ferreira, ex-jogador de futebol suspeito de envolvimento no assalto a uma agência do Banco do Brasil em Franca que terminou com a morte do vigia Adriano Costa, de 49 anos. João Paulo estava foragido e teve a situação alterada por medidas cautelares determinadas pelo juiz.

Medidas cautelares e apresentação à Justiça

Entre as medidas impostas ao ex-atleta está o uso de tornozeleira eletrônica. A defesa informou que João Paulo se apresentará à Justiça amanhã para cumprir as novas determinações. Até então, ele respondia ao processo em liberdade provisória após deixar a condição de foragido em aberto.

O assalto e as circunstâncias do crime

O crime ocorreu em outubro do ano passado, quando assaltantes invadiram a agência do Banco do Brasil em Franca. Houve troca de tiros com o segurança da agência, Adriano Costa, que morreu no confronto. A investigação continua para apurar as responsabilidades e a dinâmica dos fatos.

Posição da defesa e situação dos outros suspeitos

A defesa de João Paulo alegou que ele abandonou a carreira no futebol por problemas no joelho, o que, segundo os advogados, o impediria de escalar o muro do banco na Avenida Brasil — argumento apresentado para questionar a participação do ex-jogador nas ações descritas pelos investigadores. Outros dois homens já estão presos, enquanto um terceiro permanece foragido; para esses suspeitos o juiz não concedeu benefícios semelhantes.

O caso segue sob acompanhamento das autoridades responsáveis, que continuam as diligências para esclarecer o papel de cada envolvido e concluir o inquérito.

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