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Justiça revoga prisão preventiva de vereador de Miguelópolis

Acusado de envolvimento em um esquema que teria desviado R$ 6 milhões, João Tadeu Jorge Júnior estava preso desde 4 de outubro
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Acusado de envolvimento em um esquema que teria desviado R$ 6 milhões, João Tadeu Jorge Júnior estava preso desde 4 de outubro

Acusado de envolvimento em um esquema que teria desviado R$ 6 milhões, João Tadeu Jorge Júnior estava preso desde 4 de outubro

Vereador solto após pagar fiança

A justiça revogou a prisão preventiva do vereador de Miguelópolis, João Tadeu Jorge Junior (PSC), acusado de envolvimento em esquema de desvio de R$ 6 milhões dos cofres públicos municipais. Preso desde 4 de outubro de 2022, após o fim do salvo-conduto eleitoral, ele foi o único dos oito investigados pela operação ‘Cartas em Branco’ a se reeleger.

Liberdade mediante fiança

Jorge Junior pagou fiança de R$ 100 mil para obter a liberdade. A decisão foi proferida pelo juiz Augusto Raxi de Reisbitencur. Seu advogado, Ítalo Rondina do Arte, reiterou a defesa de que o cliente é inocente das acusações de organização criminosa, corrupção passiva e usurpação de função pública.

Salário mantido durante a prisão

Durante os cinco primeiros meses de 2023, o vereador recebeu salário de R$ 6.900, mesmo estando preso. Em maio, o pagamento foi suspenso pela justiça.

O caso segue em andamento na justiça. A defesa do vereador continua a alegar inocência, enquanto as investigações sobre o desvio de recursos públicos prosseguem.

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