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Justiça veta que Luchesi Jr. recupere R$ 36 mil bloqueados pela Sevandija para pagar contas de IPVA e IPTU

Herdeiros de Marcelo Plastino também recebem negativa da Justiça; quem explica é Marcelo Fontes no 'De Olho na Política'
Sevandija
Herdeiros de Marcelo Plastino também recebem negativa da Justiça; quem explica é Marcelo Fontes no 'De Olho na Política'

Herdeiros de Marcelo Plastino também recebem negativa da Justiça; quem explica é Marcelo Fontes no ‘De Olho na Política’

Nesta semana, tivemos importantes atualizações sobre a Operação Sevandija, em Ribeirão Preto. O secretário da Arcivera, Lucas Júnior, solicitou o desbloqueio de R$ 36 mil para quitar dívidas de IPTU e IPVA de bens apreendidos pela justiça. O pedido foi negado, pois a justiça considera o pagamento dessas dívidas como obrigação do secretário, e o valor faz parte dos R$ 105 milhões que a prefeitura busca reaver.

Situação dos Herdeiros de Marcelo Plastino

Os herdeiros do empresário Marcelo Plastino, ex-diretor da empresa envolvida na Operação Sevandija, também enfrentam dificuldades. Eles possuem R$ 9.862 mil investidos em Letras de Crédito Imobiliário (LCI) que venceram, e desejam reaplicar o dinheiro. No entanto, a justiça decidiu que o valor deve ser depositado em uma conta judicial, também para ressarcir a prefeitura.

Revogação de Prisão Domiciliar e Projeto de Lei para Entregadores

Houve a revogação da prisão domiciliar de Ângelo Vernize, ex-secretário da educação, seguindo a tendência de relaxamento das medidas cautelares para os réus da Operação Sevandija. Outro destaque é o projeto de lei do vereador Elísio Rocha, que obriga entregadores de aplicativos a exibirem a placa da motocicleta em suas mochilas ou baús. A proposta visa combater crimes cometidos por falsos entregadores, e a multa por descumprimento é de R$ 31,97. A aprovação depende da avaliação das comissões da Câmara e da sanção do executivo municipal.

As repercussões da Operação Sevandija continuam, com bens bloqueados aguardando a finalização dos processos judiciais para que o dinheiro possa ser devolvido aos cofres públicos. O projeto de lei para identificação dos entregadores, caso aprovado, será mais um passo na tentativa de garantir a segurança da população e combater a criminalidade.

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