Ouça a coluna ‘CBN Sustentabilidade’, com Carlos Alencastre
As tradicionais lâmpadas incandescentes, inventadas por Thomas Edison, estão com os dias contados. A partir de 2017, sua comercialização e produção foram descontinuadas, marcando o fim de uma era na iluminação doméstica e comercial.
O Fim das Lâmpadas de 100 Watts e a Ascensão das Fluorescentes Compactas
Desde o ano anterior a 2017, as lâmpadas incandescentes com potência superior a 100 watts já haviam desaparecido das prateleiras. A alternativa principal para substituí-las são as lâmpadas fluorescentes compactas (LFC), que gradativamente ganharam espaço nos lares brasileiros. Atualmente, o mercado oferece uma vasta gama de opções para iluminação, desde vitrines de lojas até projetos de iluminação mais sofisticados.
Desafios e Alternativas: A Busca pela Luz Ideal
Um dos principais desafios na escolha da iluminação é o desconforto causado pela alteração das cores. Lâmpadas LFC, por exemplo, podem emitir uma luz fria que modifica a percepção das cores dos objetos e das pessoas, conferindo uma aparência pálida. O ideal é que as lâmpadas se aproximem ao máximo da luz solar, que proporciona a coloração mais fiel aos objetos.
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LEDs: O Futuro da Iluminação?
As lâmpadas de LED surgem como uma alternativa promissora, oferecendo maior eficiência em termos de dissipação de calor e durabilidade superior (até 20 a 30 mil horas). Apesar do custo ainda elevado, a tendência é que se tornem mais acessíveis e dominem o mercado no futuro, impulsionadas pela descontinuação das incandescentes e pelo aumento da escala de produção.
Espera-se que essas mudanças no mercado de iluminação tragam benefícios para o consumidor, como a redução do consumo de energia e a maior durabilidade dos produtos, resultando em economia a longo prazo.



