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Lâmpadas incandescentes não serão mais vendidas no Brasil

Suspensão ocorrerá a partir de 30 de junho com o objetivo de minimizar o desperdício de energia elétrica
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Suspensão ocorrerá a partir de 30 de junho com o objetivo de minimizar o desperdício de energia elétrica

Suspensão ocorrerá a partir de 30 de junho com o objetivo de minimizar o desperdício de energia elétrica

A partir de 30 de junho, a venda de lâmpadas incandescentes estará totalmente proibida no Brasil. A medida, estabelecida por uma portaria de 2010, visa reduzir o desperdício de energia elétrica.

O Impacto do Fim das Incandescentes

Segundo o engenheiro eletricista Tapis Sandrone Jorge, da Associação dos Engenheiros de Ribeirão Preto, a proibição é parte de um esforço global para otimizar o consumo de energia. Estudos apontaram a necessidade de economizar 5% da energia mundial a partir de 2016, embora essa meta específica tenha sido posteriormente cancelada pela ONU. O problema central da lâmpada incandescente reside em sua ineficiência: apenas 5% da energia consumida é convertida em luz, enquanto os 95% restantes são dissipados em calor.

Alternativas Eficientes: Fluorescentes e LEDs

Em comparação, as lâmpadas fluorescentes compactas oferecem uma economia de energia de cerca de 75% em relação às incandescentes com a mesma luminosidade. As lâmpadas de LED se destacam ainda mais, proporcionando uma economia de até 85%. A proibição da venda de lâmpadas incandescentes no Brasil tem sido implementada gradualmente desde junho de 2012, começando com as lâmpadas de maior potência e avançando para as de menor potência.

Fiscalização e Adoção Global

O Inmetro será responsável por fiscalizar os estabelecimentos importadores e fabricantes, aplicando multas àqueles que não cumprirem a legislação. O Ministério de Minas e Energia, em nota oficial, ressaltou que a proibição incentiva a adoção de alternativas mais econômicas e duráveis, como o LED, já amplamente utilizado em países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela e União Europeia.

A mudança representa um passo importante em direção a um futuro mais sustentável e eficiente em termos de consumo de energia.

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