Acompanhe os detalhes da novidade que veio cheia de ‘bugs’ na coluna ‘Good Game CBN’, com Nicholas Bocchi
O lançamento do eFootball, sucessor do PES, gerou controvérsias. A transição para um modelo gratuito com microtransações, embora visando a expansão do mercado de esportes eletrônicos, resultou em um jogo repleto de bugs e com problemas gráficos, frustrando jogadores e levando a Konami a se desculpar publicamente.
Mudança de estratégia da Konami
A Konami optou por migrar do modelo de jogos pagos anualmente (como PES 2021 e PES 2022) para um modelo gratuito com atualizações contínuas no mesmo jogo. Essa mudança visa atrair um público maior, permitindo que mais jogadores acessem o jogo e assistam às competições, gerando receita através de microtransações.
Microtransações no eFootball
A monetização do eFootball se dá por meio de microtransações, onde os jogadores podem comprar itens cosméticos (uniformes, logos) e itens que influenciam diretamente no gameplay. Esse modelo é semelhante ao de outros jogos populares como FIFA, League of Legends e Fortnite, que também utilizam microtransações para gerar receita.
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Polêmicas na Twitch e o Mundial de League of Legends
A Twitch enfrenta problemas com o discurso de ódio em sua plataforma, o que levou a uma greve de streamers e a mudanças no sistema de comentários, exigindo a vinculação de e-mail ou número de telefone para comentar. Por fim, o bate-papo aborda o aquecimento para o Mundial de League of Legends, com a participação do time brasileiro Red Canids, que disputará a fase de play-in a partir do dia 5 de outubro.
Apesar do lançamento problemático do eFootball, a mudança para um modelo gratuito e com atualizações contínuas pode trazer oportunidades de melhoria. A situação da Twitch destaca a necessidade de combate ao discurso de ódio nas plataformas online. O Mundial de League of Legends promete emoção e a expectativa pelo desempenho do representante brasileiro.



