Defesa de Leonardo Silva alegou que o rapaz tinha problemas mentais; Nilza Pingoud tinha 62 e foi enforcada com um fio
Caso Nilsa Costa-Pingold: Laudo aponta capacidade mental do acusado
O caso da aposentada Nilsa Costa-Pingold, encontrada morta e enterrada no quintal de sua casa em Barretos, teve um novo desenvolvimento. Um laudo judicial concluiu que Leonardo Silva, principal suspeito, tinha capacidade mental para entender seus atos e, portanto, poderá ir a julgamento. Preso desde 3 de atrássto de 2022, Leonardo foi encontrado pela polícia em Frutal, Minas Gerais. Durante a prisão, ele confessou o crime, e imagens gravadas no momento corroboram o depoimento.
O crime e suas consequências
Nilsa, de 62 anos, era amiga de Leonardo, que chegou a trabalhar em sua casa. Ela foi morta asfixiada com um fio e enterrada no quintal. Após o crime, Leonardo utilizou o cartão bancário da vítima para comprar roupas e uma moto. Inicialmente, o julgamento estava marcado para dezembro, por latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver. Porém, a defesa apresentou um laudo alegando insanidade mental.
Perícia e próximos passos
Em resposta à defesa, o juiz solicitou um laudo de um perito oficial. Este laudo, realizado por psiquiatras, diagnosticou Leonardo com transtorno relacionado ao uso de múltiplas substâncias, transtorno de personalidade borderline e personalidade antisocial. Apesar dos diagnósticos, a perícia concluiu que o acusado possuía plena capacidade de entender suas ações no momento do crime. A defesa de Leonardo, em nota, contestou o laudo, alegando que diversos elementos não foram considerados e que solicitará um novo documento.
Leia também
O caso segue em andamento, aguardando os próximos desdobramentos após a contestação do laudo pericial. A justiça terá a palavra final sobre o futuro de Leonardo Silva.



