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Laudo confirma chumbinho em açaí consumido por jovem em Ribeirão Preto (SP)

Polícia Civil investiga quem envenenou alimento com chumbinho e deve concluir inquérito nos próximos dias.
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Polícia Civil investiga quem envenenou alimento com chumbinho e deve concluir inquérito nos próximos dias.

Um laudo da Polícia Civil confirmou a presença de veneno de rato, conhecido como chumbinho, no açaí consumido por um jovem que passou mal no início de fevereiro, em Ribeirão Preto (SP). O caso avança com novas evidências técnicas.

A vítima, Adenilson Ferreira Parente, de 27 anos, chegou a ser internada em estado grave, mas sobreviveu após tratamento em unidade de terapia intensiva. A polícia trabalha para identificar quem teria envenenado o alimento e em que momento isso ocorreu.

Investigação

A companheira de Adenilson, Larissa de Souza, é considerada suspeita de envolvimento no caso. Em depoimento à Polícia Civil no dia 19 de fevereiro, ela negou participação. A reportagem tenta contato com a defesa para novo posicionamento.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o casal chega a uma residência no dia 5 de fevereiro. A gravação mostra a mulher saindo do carro e mexendo em um copo próximo ao portão, o que agora é analisado pelos investigadores como possível ponto de contaminação.

Provas

O laudo pericial feito no copo apreendido confirmou a presença do veneno, reforçando a hipótese de envenenamento. A polícia também analisa dados dos celulares da vítima e da suspeita, considerados fundamentais para esclarecer a dinâmica do caso.

Um exame de sangue realizado após a internação não identificou a substância no organismo do jovem, o que, segundo a investigação, pode ter ocorrido porque o corpo já havia eliminado o veneno.

Próximos passos

A Polícia Civil pretende concluir o inquérito nos próximos dias e encaminhar o caso ao Ministério Público. A expectativa é reunir todos os elementos necessários, incluindo provas técnicas e depoimentos, antes de eventual pedido de prisão do responsável.

A investigação também descartou contaminação no estabelecimento onde o açaí foi comprado, com base em imagens do preparo do produto. O caso segue em apuração.

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