Especialista aponta que processo é natural das plantas, mas destaca que mudanças climáticas demanda maior atenção dos produtores
Queda de Chumbinhos no Café: Um Fenômeno Natural Intensificado
As lavouras cafeeiras brasileiras estão passando por um período de ajustes naturais, com a queda de chumbinhos se mostrando mais intensa em 2024. Esse fenômeno, que ocorre entre 80 e 100 dias após a floração, é uma forma de autoregulação da planta, eliminando frutos que não se desenvolvem. De acordo com Marcelo Jordão, engenheiro agrônomo e pesquisador da Fundação Procafé, a seca prolongada e as altas temperaturas do ano passado intensificaram esse processo, demandando atenção redobrada dos produtores.
Impacto do Clima e Manejo Adequado
A queda de chumbinhos, embora natural, está sendo impactada pelas condições climáticas adversas. A falta de reservas nas plantas, devido ao clima do ciclo anterior, preocupa os especialistas. A avaliação da intensidade desse processo é crucial para prever a produtividade. Apesar dos desafios, o manejo adequado e as ações preventivas podem minimizar perdas e preparar as plantas para os próximos ciclos produtivos. O foco atrásra se volta para a safra de 2026, com o clima até o momento se mostrando favorável.
Preparação para o Futuro
O setor cafeeiro precisa estar atento aos impactos climáticos e buscar estratégias de manejo que garantam a sustentabilidade da produção. Ações preventivas e um acompanhamento constante das lavouras são essenciais para minimizar os efeitos da queda de chumbinhos e garantir a produtividade a longo prazo. O clima favorável para a safra de 2026 traz um certo otimismo, mas a atenção aos fatores climáticos deve continuar.
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Produtores devem manter os tratos culturais normais, focando na próxima safra. Acompanhamento constante e manejo adequado são cruciais para garantir a recuperação das plantas e a produção futura.