No último lance do jogo o atacante Thiago Reis fez o segundo gol do Pantera, mas a jogada foi impugnada pela arbitragem
O clássico entre Botafogo e Ferroviária, disputado no Estádio Santa Cruz em 2018, diante de 2018 torcedores e com renda de R$ 36.140, terminou empatado em 1 a 1. Um jogo que, apesar do placar magro, reservou emoções e polêmicas.
Primeiro Tempo Morno
Os primeiros 45 minutos foram marcados pela cautela das duas equipes. Botafogo e Ferroviária se estudaram bastante, com poucas oportunidades claras de gol. Muitos lançamentos longos e jogadas pelas laterais caracterizaram um primeiro tempo com pouco movimento, mas muita entrega dos jogadores.
Segundo Tempo: Gols, Polêmicas e Mudanças
A etapa complementar mostrou um jogo mais aberto e movimentado. A Ferroviária abriu o placar aos 12 minutos com um golaço de Igor. A resposta do Botafogo veio com a entrada de Bruno Michel, aos 13 minutos, que empatou o jogo aos 22 minutos com um chute preciso. O jogo seguiu com chances para ambos os lados, incluindo uma defesaça de Saulo, goleiro da Ferroviária, e outra de David, goleiro do Botafogo. A polêmica final veio aos 46 minutos, com um gol anulado do Botafogo após revisão do VAR, gerando reclamações da comissão técnica e torcida botafoguense.
Leia também
Análises e Opiniões
Após a partida, o técnico do Botafogo, Leandro Zago, analisou o jogo destacando a estratégia da Ferroviária, o desempenho defensivo de sua equipe e a força do banco de reservas. Já os comentaristas Anderson Brasil e João Túbero analisaram o jogo, concordando sobre o primeiro tempo morno e discorrendo sobre as diferentes estratégias e movimentações de ambas as equipes no segundo tempo. A discussão sobre o lance polêmico do gol anulado também foi tema central das análises, com opiniões divergentes sobre a validade do gol e questionamentos sobre a eficácia do VAR utilizado na partida. A baixa renda da partida e a dificuldade de se manter um clube competitivo com tão pouca arrecadação também foram pontos levantados pelos comentaristas.


