Gelson Genaro explica sobre essa condição e qual a importância de proteger os pets; ouça o ‘CBN Pet News’
A leishmaniose visceral canina é uma doença grave, sem cura, transmitida pela picada do mosquito palha infectado. Apesar de não haver cura, a qualidade de vida do animal pode ser mantida com cuidados adequados e acompanhamento veterinário.
Prevenção e Cuidados
A prevenção é crucial. A limpeza do ambiente, eliminando matéria orgânica (restos de alimentos, fezes etc.), é fundamental para reduzir a proliferação do mosquito palha. Manter o cão em locais protegidos, como canis com telas, e o uso de coleiras repelentes de mosquitos, são medidas importantes. A vacina, embora disponível, está atualmente suspensa no Brasil devido a problemas de produção.
Sintomas e Diagnóstico
Os sintomas da leishmaniose podem variar, incluindo febre, perda de peso, apatia, anemia, vômitos e feridas que não cicatrizam, especialmente na cabeça e orelhas. Unhas excessivamente grandes e pele esbranquiçada com descamação também são sinais. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e PCR.
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Tratamento e Expectativa de Vida
Embora não haja cura, o tratamento visa melhorar a qualidade de vida do animal e prolongar sua expectativa de vida. O acompanhamento veterinário constante é essencial, com a administração de medicamentos e cuidados específicos para controlar os sintomas e prevenir outras infecções. A leishmaniose enfraquece o sistema imunológico do animal, tornando-o mais suscetível a outras doenças.
A leishmaniose é uma doença séria que exige atenção e cuidados específicos. A prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais para garantir o bem-estar do animal.