Confira as dicas sobre como manter a alimentação em dia sem gastar muito, com a nutricionista Ana Paula Tonissi
O preço do leite e das carnes vêm assustando os consumidores brasileiros. O litro do leite longa vida chega a custar R$ 5,50 em alguns mercados, devido à redução na produção causada pela seca. As proteínas animais também estão mais caras: a carne vermelha teve alta de 12% nos últimos 12 meses, enquanto a de frango subiu quase 11% em abril. A carne suína, por sua vez, apresentou queda de 1,7% no mesmo período.
Alternativas para economizar e manter uma dieta saudável
Com o aumento dos preços, muitas famílias buscam alternativas para manter uma alimentação nutritiva sem comprometer o orçamento. A nutricionista Ana Paula Tonisse sugere o uso de proteínas vegetais como substituição parcial das proteínas animais.
Combinando alimentos para obter proteínas completas
Ana Paula destaca a combinação de arroz e feijão como exemplo de proteína completa de origem vegetal. A união de cereais (arroz, milho, aveia) com leguminosas (feijão, lentilha, ervilha) garante a ingestão de todos os aminoácidos essenciais. Para melhorar a absorção de ferro, ela recomenda adicionar alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas.
Leia também
Leite vegetal como opção
No caso do leite, a nutricionista indica a produção de leite vegetal caseiro como alternativa mais econômica que as versões industrializadas. Soja, amêndoas e coco são algumas opções para o preparo em casa. Embora o sabor possa não agradar a todas as crianças, é uma opção viável para muitas famílias.
A combinação estratégica de alimentos, aliada à busca por ofertas e ao congelamento de produtos em promoção, permite que se economize sem abrir mão de uma alimentação balanceada. A diversidade alimentar também é crucial, contribuindo para uma microbiota intestinal saudável.



