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Levantamento aponta que as empresas e ONG’s são mais confiáveis aos olhos da população do que os Governos

Sobre o tema confira o comentário de Dimas Facioli na coluna 'CBN Emprego e Oportunidades'
Confiança em empresas e ONGs
Sobre o tema confira o comentário de Dimas Facioli na coluna 'CBN Emprego e Oportunidades'

Sobre o tema confira o comentário de Dimas Facioli na coluna ‘CBN Emprego e Oportunidades’

Empresas mais confiáveis que governos? Uma pesquisa recente mostra essa tendência.

Confiança em queda para governos e mídia, alta para empresas e ONGs

De acordo com pesquisa realizada entre 17 e 21 de janeiro no Fórum Econômico de Davos, governos e meios de comunicação perderam confiança, enquanto empresas e organizações não governamentais (ONGs) se mostraram mais confiáveis. A pesquisa, conduzida pela empresa Edmonton, ouviu mais de 36 mil pessoas em 28 países, incluindo o Brasil. O índice de confiança em governos caiu 1% em relação a 2021, ficando em 52%, enquanto a mídia ficou em 50%. Já as ONGs alcançaram 59% e as empresas mantiveram 61%, tanto em 2021 quanto em 2022.

Preocupação com emprego e a pressão sobre empresas e ONGs

A pesquisa também revelou que a principal preocupação dos entrevistados é a perda de emprego (85%), seguida por mudanças climáticas (75%), hackers e ataques cibernéticos (71%), perda de liberdade civil (65%) e racismo (57%). Esse cenário coloca pressão sobre empresas e ONGs para resolverem problemas sociais que extrapolam suas capacidades.

Engajamento dos trabalhadores e o papel das empresas

Uma pesquisa do Instituto Gálob, divulgada em maio de 2022, mostrou que apenas 13% dos trabalhadores globalmente estão engajados em seus empregos. O Brasil, surpreendentemente, apresenta um índice melhor, com 27% dos trabalhadores engajados. Empresas brasileiras com boas políticas de gestão utilizam cada vez mais pesquisas e informações científicas para tomada de decisões, buscando melhorar o ambiente interno e o relacionamento com os clientes. A construção de confiança, portanto, não é um processo imediato, mas sim um amadurecimento que envolve treinamento, bom relacionamento interno e externo, escuta ativa e decisões estratégicas para a perenidade e lucratividade do negócio, além de um ambiente de trabalho positivo.

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