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Levantamento do Sesi aponta que 52% dos brasileiros não praticam exercícios físicos

Quadros de obesidade e sedentarismo preocupam; educador físico, Rodrigo Carvalho, fala da importância da prática esportiva
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Quadros de obesidade e sedentarismo preocupam; educador físico, Rodrigo Carvalho, fala da importância da prática esportiva

Quadros de obesidade e sedentarismo preocupam; educador físico, Rodrigo Carvalho, fala da importância da prática esportiva

Em comemoração ao aniversário de Ribeirão Preto, uma ação especial no Parque Raia discutiu a importância da combinação entre atividades físicas regulares e hábitos saudáveis para a prevenção de doenças. A pesquisa do Ces, apresentada durante o evento, trouxe dados relevantes sobre o tema.

Atividade física: um hábito, não uma obrigação

Rodrigo Carvalho, educador físico, explicou que a atividade física é tudo aquilo que fazemos rotineiramente, como limpar a casa ou caminhar. O desafio está em expor o corpo a um estresse (exercício físico) a que ele não está adaptado. A falta de atividade física, combinada com má alimentação, aumenta o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas. A recomendação é começar gradualmente, aumentando a frequência e intensidade dos exercícios ao longo do tempo. O corpo busca o prazer imediato, por isso, criar uma rotina é essencial para a construção de hábitos saudáveis.

Mulheres e os desafios da rotina

A pesquisa também apontou que as mulheres praticam menos atividades físicas que os homens, devido às responsabilidades domésticas e profissionais. A dica é focar no que é possível, sem comparações com outras pessoas. O importante é sair do sedentarismo, mesmo que seja com pequenos passos. Aumentos graduais na carga de exercícios e na mudança de hábitos alimentares são fundamentais para evitar lesões e frustrações.

A importância da prevenção e da mudança de hábitos

A pesquisa mostrou que 72% das pessoas que praticam exercícios regularmente não tiveram problemas de saúde nos últimos 12 meses, enquanto 42% dos sedentários apresentaram algum problema. A prevenção é crucial, e a mudança de hábitos deve ser gradual para evitar o estresse excessivo. O ideal é buscar a qualidade de vida, evitando a dependência de medicamentos para controlar doenças como diabetes, colesterol alto e hipertensão. A educação em saúde deve começar na infância, com os pais incentivando hábitos saudáveis nas crianças. Apesar de muitos brasileiros se considerarem saudáveis, os dados mostram a necessidade de mudança de hábitos para uma vida mais ativa e saudável. Começar aos poucos, com pequenas mudanças, é o primeiro passo para uma vida mais longa e com melhor qualidade.

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