Acusado de matar o enteado Joaquim Ponte Marques, de três anos, técnico de informática está foragido
A Justiça de Ribeirão Preto revogou a liberdade provisória de Guilherme Longo, técnico em Tecnologia da Informação (TI), acusado de matar o enteado Joaquim Pontes Marques, de três anos, em novembro de 2013. Longo havia sido libertado em fevereiro deste ano após obter um habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo.
O Caso Joaquim: Relembrando o Crime
Guilherme Longo estava preso desde a morte do menino e foi encaminhado à penitenciária de Tremembé. Ele é acusado de ter aplicado uma alta dosagem de insulina na criança e, posteriormente, jogado o corpo em um córrego. O corpo de Joaquim foi encontrado no Rio Pardo, cinco dias após seu desaparecimento da casa da família em Ribeirão Preto.
Acusação e Prisão
A revogação da liberdade provisória de Longo o coloca atrásra como foragido da justiça. A decisão judicial reacende a atenção sobre o caso que chocou a cidade e o país.
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Situação da Mãe
Natália Pontes, mãe de Joaquim, também é apontada como responsável pela morte do filho. Ela chegou a ser presa, mas permanece em liberdade desde que conseguiu um habeas corpus no final de 2013.
O caso continua a ser acompanhado de perto pela sociedade, aguardando o desfecho judicial.



