O manual de liderança de cinco anos atrás tornou-se obsoleto pela velocidade das mudanças tecnológicas. Dados do Fórum Econômico Mundial indicam que 40% das habilidades profissionais atuais perderão a validade até 2030. O gestor agora atua como facilitador da requalificação contínua para manter a competitividade das equipas.
Quatro pilares impulsionam esta evolução: a revolução da inteligência artificial, a diversidade de gerações, as novas expectativas de carreira e a urgência da saúde mental. A IA exige que o líder foque menos na execução técnica e mais na implementação ética e estratégica. Além disso, a busca por propósito imediato obriga as empresas a criarem propostas de valor mais atraentes.
Para prosperar em 2026, a liderança deve equilibrar a produtividade tecnológica com a inteligência emocional. A adaptabilidade cognitiva permite abandonar métodos antigos e testar soluções rápidas com humildade para aprender com o grupo. O foco migra para uma gestão humanizada, onde a tecnologia resolve processos, mas as pessoas definem o sucesso. Ouça acima a coluna CBN Carreiras e Lideranças desta semana.