Além de Telma Alves, André Luiz, diretor financeiro da Aegea, cumpriam prisão temporária em Ribeirão Preto
Suspeitos da Operação Sevandija são soltos, mas podem retornar à prisão
Prisão Temporária e Liberdade
Dois suspeitos presos na Operação Sevandija, deflagrada em Campinas no dia 13, foram soltos após decisão judicial que negou a prorrogação de suas prisões temporárias. A soltura foi justificada pela ausência de riscos às investigações. Apesar da libertação, o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) pode recorrer da decisão e solicitar a prisão preventiva dos investigados, caso haja indícios de risco de fuga ou de continuação dos crimes.
Investigação em Andamento
A Operação Sevandija investiga um esquema de pagamento de propina e lavagem de dinheiro por meio de contratos fraudulentos entre a Erpe e a Aegea. Além das prisões, o Gaeco realizou buscas em empresas e imóveis em Santa Bárbara do Oeste, Diadema, Mauá e São Paulo. As investigações continuam, e o Ministério Público poderá oferecer denúncia contra os suspeitos, levando a um possível julgamento e condenação. A empresa Aegea, envolvida no caso, declarou colaboração com as investigações e negou irregularidades.
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Possibilidades Futuras
O futuro dos investigados permanece incerto. Mesmo com a soltura, a possibilidade de condenação ainda existe, assim como a possibilidade de recurso por parte do Ministério Público, caso haja absolvição. A legislação atual prioriza a prisão após condenação, e medidas cautelares, como monitoramento eletrônico, podem ser aplicadas. Diversos cenários são possíveis, incluindo novas prisões, processos judiciais, condenação ou absolvição, e recursos subsequentes.



