Fachada do comércio ficou completamente destruída; celulares e outros equipamentos foram levados
Em Ribeirão Preto, uma nova onda de crimes tem assustado comerciantes. Bandidos utilizam a técnica de marcha à ré com veículos para arrombar portas de lojas e roubar produtos. Desta vez, o alvo foi uma loja de equipamentos de celulares, na Rua São Sebastião, região central da cidade.
Criminosos ousados desafiam segurança
Apesar de o proprietário da loja ter instalado quatro postes de ferro para proteger o estabelecimento, os criminosos conseguiram acessar a loja por um estacionamento lateral. Três indivíduos, aparentemente menores de idade (dois homens e uma mulher), utilizaram um carro para arrombar a porta de ferro e, em seguida, a porta de vidro. Toda a ação durou cerca de dois minutos, conforme mostram imagens de câmeras de segurança.
Prejuízos e insegurança
O proprietário da loja relatou prejuízos significativos, não apenas com a perda de produtos, mas também com os danos causados à estrutura do local, incluindo portas e móveis. Ele lamentou a situação, afirmando que já havia tomado diversas medidas de segurança, mas que os criminosos encontraram uma brecha. Este foi o quarto furto com essa mesma modalidade em menos de duas semanas na região.
Leia também
- Marcha da Maconha divide opiniões e vira alvo de debates em Ribeirão Preto
- Cadastro nacional de celulares com restrição: Governo Federal instituiu o CNCR que informa sobre aparelhos celulares que possuam restrição
- Criminosos utilizam carro em marcha ré para arrombar portão furtar moto aquática em Franca
Investigação em andamento
A polícia investiga o caso e analisará as imagens das câmeras de segurança para identificar os criminosos e confirmar se são menores de idade. As imagens mostram os criminosos carregando um saco com objetos roubados, alguns possivelmente de outros estabelecimentos. A proximidade da loja com a Central de Polícia Judiciária (CPJ), a apenas três quarteirões de distância, não intimidou os bandidos. A ousadia e a recorrência dos crimes geram preocupação entre os comerciantes da região.



