Jogador que defendeu o Botafogo-SP entre 2014 e 2015 é uma das vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense
Nesta manhã, um trágico acidente aéreo envolvendo a delegação da Chapecoense comoveu o Brasil. O avião que levava a equipe para a Colômbia caiu, deixando um rastro de luto e dor.
Dor e Despedida em Ribeirão Preto
Em Ribeirão Preto, familiares e amigos de jogadores lamentam a perda. Rosana Jiménez, mãe do jogador Guilherme Jiménez de Souza, de 21 anos, compartilhou a última conversa com o filho, marcada pela alegria e planos futuros. Ela descreveu a união do grupo e a fé que os jogadores depositavam em seu trabalho. Guilherme, que deixa uma filha de 3 anos, era um jogador querido e conhecido na cidade, tendo atuado em times locais como o Comercial e o Botafogo.
Um Talento em Ascensão
A trajetória de Guilherme no futebol começou aos 7 anos, passando por projetos locais e até mesmo uma experiência internacional em Dubai aos 10 anos. Sua carreira o levou a outros clubes, como o Goiás, antes de chegar à Chapecoense em 2015. Sua partida deixa um vazio não só em sua família, mas também na comunidade esportiva de Ribeirão Preto, que o conhecia e admirava.
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Luto e Memória
A tragédia abalou profundamente familiares, amigos e fãs. A união e a fé demonstradas pela equipe da Chapecoense, destacadas pela mãe de Guilherme, servem como um exemplo de resiliência e espírito coletivo. A lembrança de seus talentos e da sua trajetória permanecerá viva na memória de todos aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.



