Coordenador da clínica, Roberto Souza falou à CBN Ribeirão
Em 2012, uma mulher cujo filho foi internado na mesma clínica onde a mãe e o padrasto de Joaquim trabalhavam, relatou que o jovem foi recebido por Guilherme, então estagiário. A testemunha também mencionou o comportamento agressivo do padrasto de Joaquim.
Primeiro Contato e Impressões
A mulher descreve sua experiência inicial com Guilherme como surpreendentemente positiva. Segundo ela, o estagiário foi educado e prestativo. A surpresa veio depois, ao associar o Guilherme atencioso ao indivíduo envolvido em relatos de violência, como o incidente envolvendo o “Danone”. Apesar de cogitar denunciar o caso, a mulher optou por não prosseguir.
A Perspectiva da Clínica
Roberto Souza, coordenador da clínica de reabilitação em Ipuã, onde Guilherme e Natalia Ponte se conheceram, compartilhou uma visão diferente. Souza, que conviveu com ambos por seis meses, afirma que Guilherme não apresentou comportamento agressivo durante seu estágio. Ele ressalta que, tanto no período de convivência quanto no estágio, não houve indícios de agressividade por parte de Guilherme.
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Um Ambiente Tranquilo
Souza descreve um ambiente tranquilo e colaborativo, mencionando inclusive a participação de Natalia nos preparativos para o Natal, enquanto Guilherme cuidava de Joaquim. Essa descrição contrasta com as alegações de comportamento agressivo, pintando um quadro de normalidade e harmonia.
As diferentes perspectivas oferecem um olhar multifacetado sobre o caso, com relatos que divergem sobre o comportamento de Guilherme.



