Ouça a coluna ‘CBN Condomínio Legal’ com Márcio Spimpolo
A intolerância em condomínios tem se tornado um assunto recorrente. Prédios com acústica deficiente e blocos próximos amplificam os ruídos, gerando conflitos entre moradores.
Caso Recente no Distrito Federal
Um caso emblemático ocorreu no Distrito Federal, onde uma moradora recebeu orientação para fechar a janela toda vez que seu bebê de três meses chorasse. Essa situação gerou polêmica e debate sobre a conduta adequada em tais circunstâncias.
A Responsabilidade do Síndico
Advogados especialistas em direito condominial afirmam que a orientação dada pelo síndico foi inadequada. A melhor abordagem seria a mediação de conflitos, buscando entender a situação antes de tomar medidas drásticas. O síndico deve diferenciar entre ruídos involuntários, como o choro de um bebê, e ruídos propositais, como festas altas ou uso excessivo de som. No caso do choro do bebê, a intervenção foi desproporcional e demonstra falta de empatia.
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Importância da Empatia e do Diálogo
A convivência em condomínios exige tolerância e respeito mútuo. Antes de recorrer a medidas punitivas, a comunicação e o diálogo são fundamentais. A ajuda mútua e a compreensão das dificuldades do próximo são essenciais para um ambiente harmonioso. Morar em condomínio implica em compartilhar o espaço e aceitar os ruídos inerentes à vida em comunidade. A busca por soluções conjuntas, com bom senso e respeito, é a chave para uma convivência pacífica.



