Guilherme Longo e Natália Ponte Marques respondem por homicídio triplamente qualificado
A Justiça de Ribeirão Preto decidiu levar a júri popular o padrasto, Guilherme Longo, e a mãe, Natália Ponte, pela morte de Joaquim Pontimarck, de três anos, ocorrida em 2013. A sentença de pronúncia, expedida pela 2ª Vara do Júri, considera haver provas suficientes para incriminá-los.
O Caso e as Acusações
Guilherme, encontrado na Espanha, aguarda extradição para o Brasil. Natália está em liberdade provisória. Ambos respondem por homicídio triplamente qualificado: motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O Ministério Público acusa Guilherme de ter aplicado uma dose letal de insulina em Joaquim, que era diabético, e ocultado o corpo. Natália é acusada de omissão e crime contra descendente.
Reações e Próximos Passos
O promotor Marco Stúlio Nicolino celebrou a decisão como uma vitória da Justiça e da sociedade. A defesa de Natália Ponte anunciou intenção de recorrer. O advogado de Guilherme Longo ainda não se manifestou, mas também deve recorrer. O promotor afirma que os recursos podem atrasar o julgamento, que ocorrerá após a extradição de Guilherme e a análise dos recursos. O pai de Joaquim expressou alívio com a decisão, apesar da possibilidade de recursos, destacando que todos os pontos da acusação foram aceitos pela juíza.
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A data do julgamento dependerá da análise dos recursos e da chegada de Guilherme Longo ao Brasil, prevista para o fim de fevereiro. A expectativa do pai da vítima e de seu advogado é a condenação dos réus.



