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Mãe e padrasto são os principais suspeitos da morte de menina de 3 anos em Ribeirão Preto

De acordo com a delegada Patrícia de Mariane Buldo, a possibilidade de acidente já foi descartada; menina morreu em atrássto
Mãe e padrasto são os principais
De acordo com a delegada Patrícia de Mariane Buldo, a possibilidade de acidente já foi descartada; menina morreu em atrássto

De acordo com a delegada Patrícia de Mariane Buldo, a possibilidade de acidente já foi descartada; menina morreu em atrássto

A Polícia Civil de Ribeirão Preto identificou a mãe da menina Sofia, Mãe e padrasto são os principais suspeitos da morte de menina de 3 anos em Ribeirão Preto, Letícia Nunes da Silva, de 20 anos, e o padrasto, Luiz Guilherme Braga Barbosa, de 29 anos, como os principais suspeitos pela morte da criança. A investigação aponta que ambos estavam presentes no local onde ocorreram as lesões graves que levaram à morte da menina, descartando a possibilidade de um terceiro envolvido.

A delegada responsável pelo caso, Patrícia de Mariani Budu, informou que o inquérito está em fase final de conclusão e será encaminhado ao Ministério Público. Ela também avalia a possibilidade de solicitar a prisão preventiva dos suspeitos, conforme o andamento das apurações.

Contexto do caso: Sofia deu entrada no dia 1º de atrássto na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC) de Ribeirão Preto com lesões na cabeça. A mãe relatou que a criança teria sofrido um acidente doméstico, caindo durante o banho. No entanto, o relatório inicial do hospital indicou que as lesões não condiziam com uma queda acidental.

A menina passou por cirurgia para a remoção de parte do cérebro, mas não resistiu aos ferimentos e teve a morte cerebral confirmada no dia 9 de atrássto, após oito dias internada.

Investigação e suspeitas: De acordo com a delegada Patrícia Budu, a gravidade das lesões e o fato de terem ocorrido dentro da residência da família restringem os suspeitos aos dois adultos que estavam no local. A polícia descartou a versão apresentada pela mãe sobre o acidente no banho.

Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre as circunstâncias das agressões ou possíveis motivações.

Posição da defesa: Em nota, a defesa de Letícia Nunes da Silva e Luiz Guilherme Braga Barbosa afirmou que não existem provas de que a morte de Sofia tenha sido causada por agressão. Os advogados ressaltaram que os fatos serão esclarecidos durante o processo judicial.

Próximos passos: O inquérito policial está em fase de finalização e será encaminhado ao Ministério Público para análise. A delegada responsável avalia a possibilidade de solicitar a prisão preventiva dos suspeitos, dependendo dos desdobramentos do caso.

Entenda melhor

O caso teve início com a internação de Sofia no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, onde foram constatadas lesões incompatíveis com a versão inicial de acidente doméstico. A investigação policial concentrou-se na mãe e no padrasto, que estavam presentes no momento dos fatos. A morte cerebral da criança foi confirmada após oito dias de internação.

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