Alda Poggi Pereira foi ouvida pela delegada responsável pelo caso nesta quarta, dentro do hospital onde está internada
A delegada Luciana Camargo iniciou ontem a coleta de depoimentos das testemunhas envolvidas no trágico caso da professora esfaqueada pela própria mãe no último fim de semana. A investigação busca esclarecer os detalhes que levaram a esse desfecho.
Depoimento da Autora
O depoimento de Alda Pereira foi realizado no próprio hospital onde ela se encontra internada desde o sábado, dia do ataque à filha e ao neto. Devido ao seu estado de saúde, a oitiva ocorreu de forma adaptada, visando preservar seu bem-estar durante o processo.
Impacto e Recuperação
Lígia, a professora de 31 anos, estava grávida de sete meses. Infelizmente, tanto ela quanto o bebê não resistiram aos ferimentos. O filho de Lígia, um menino de 4 anos que também foi vítima do ataque, recebeu alta hospitalar e já se encontra em casa, sob os cuidados da família.
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Investigação em Sigilo
A delegada também colheu os depoimentos do pai e do marido de Lígia. A investigação está sendo conduzida em sigilo, e nenhuma informação sobre o conteúdo dos depoimentos foi divulgada até o momento. Essa medida visa garantir a integridade do processo e evitar especulações que possam prejudicar o andamento das investigações.
As autoridades seguem trabalhando para apurar todos os fatos e circunstâncias que levaram a essa lamentável ocorrência.



