Paralisação nacional chegou ao terceiro dia, mas não interferiu na data de vencimento das contas
Bancários em greve nacional
A greve dos bancários, iniciada na terça-feira, afeta mais de 7 mil agências em todo o país. A principal reivindicação do sindicato é a reposição da inflação, aumento real de 5%, PLR de três salários e melhorias nas condições de trabalho. A Fenaban ofereceu 6,5% de reajuste salarial, além de PLR e auxílios, proposta rejeitada pela categoria.
Negociações e impactos da greve
Uma nova rodada de negociações está marcada para amanhã. Em Ribeirão Preto, 82 agências foram fechadas no primeiro dia, com adesão de 58% dos bancários. Apesar da paralisação, o sindicato garante que algumas agências permanecem abertas e que o pagamento das contas em dia continua sendo responsabilidade do cidadão. O Procon orienta o uso de aplicativos e internet banking para evitar atrasos e juros. Caso haja dificuldades, recomenda-se o contato com os fornecedores para negociação de novas datas de pagamento.
Alternativas e posicionamento do sindicato
O Procon destaca a responsabilidade dos fornecedores em oferecer meios alternativos de pagamento. O presidente do sindicato dos bancários de Ribeirão Preto afirma que há agências de diversos bancos (Santander, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Caixa) em funcionamento, garantindo atendimento a clientes. A greve, decretada por tempo indeterminado, pode ser encerrada caso a proposta da Fenaban seja considerada satisfatória. Consumidores que tentaram outros meios de pagamento sem sucesso podem ter direito a ressarcimento, segundo o Procon.
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A situação permanece em aberto, aguardando o resultado das negociações de amanhã para definir o futuro da greve e seus impactos. O acesso a serviços bancários alternativos é crucial para minimizar os transtornos causados pela paralisação.



