Grupo sai da Câmara de Ribeirão às 6h e segue em procissão até Bonfim Paulista com missas a partir das 10h
Neste sábado, 12 de outubro de 2024, Ribeirão Preto recebe mais uma edição da tradicional Romaria a Nossa Senhora Aparecida. A peregrinação, que percorre o caminho entre Ribeirão Preto e Bom Fim Paulista, é uma demonstração de fé e cultura do interior paulista, reunindo milhares de fiéis.
Romaria: Fé, Devoção e Tradição
A Romaria, que no ano passado atraiu mais de 60 mil pessoas, é um evento que cresce a cada ano. Carminha Rezende, voluntária há décadas na organização, destaca a fé como principal motivadora da participação: a busca por amparo, proteção e agradecimento por graças alcançadas. A romaria acolhe diversas manifestações de fé, desde fiéis que caminham descalços até famílias que levam crianças em carrinhos, demonstrando a força da promessa e devoção.
Infraestrutura e Organização
A organização da Romaria envolve um grande esforço de infraestrutura, com a participação da prefeitura, oferecendo suporte em saúde, trânsito, segurança e limpeza. A prefeitura disponibilizará água, banheiros químicos, postos de saúde com aferição de pressão, além do apoio de voluntários e ONGs que distribuirão alimentos e brinquedos ao longo do percurso. O evento contará também com a participação de estagiários do ECM de São Paulo, reforçando a segurança e o atendimento aos romeiros.
O Caminho da Fé
O percurso de aproximadamente 15 quilômetros entre a Câmara Municipal de Ribeirão Preto e Bom Fim Paulista, tem início às 6h da manhã, após um momento de concentração e orações. A romaria segue pela Avenida Caramuru e uma estrada de terra, com duração estimada de 4 horas. Para facilitar o acesso, uma linha especial de ônibus circulará entre as cidades, das 5h às 8h e das 10h às 15h. A organização também prevê alterações no trânsito, principalmente na Avenida Caramuru.
A Romaria de Nossa Senhora Aparecida em Ribeirão Preto é um evento que transcende a dimensão religiosa, representando a união da comunidade e a perseverança da fé ao longo das décadas. A tradição, iniciada pelo Cabo Gonzaga, continua a crescer, impulsionada pela fé inabalável dos participantes e pelo trabalho conjunto de voluntários e órgãos públicos.



