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Mais de 75% dos casos confirmados de Covid-19 na região de Ribeirão são da variante Ômicron

Pesquisador Vitor Engracia Valenti acredita que o pico dessa cepa aconteça na primeira quinzena de fevereiro
Variante Ômicron
Pesquisador Vitor Engracia Valenti acredita que o pico dessa cepa aconteça na primeira quinzena de fevereiro

Pesquisador Vitor Engracia Valenti acredita que o pico dessa cepa aconteça na primeira quinzena de fevereiro

Uma pesquisa recente do Instituto Butantan revelou que a variante Ômicron é responsável pela maioria dos casos de Covid-19 em Ribeirão Preto. Na última semana de 2021, 75% dos casos confirmados foram atribuídos à Ômicron, e o crescimento de infecções na primeira quinzena de 2022, em comparação com o final do ano anterior, sugere uma maior transmissibilidade dessa variante.

Ômicron: Domínio em São Paulo e Ribeirão Preto

O estudo do Instituto Butantan indica que a Ômicron já é dominante em São Paulo, representando 90% dos casos positivos. Em Ribeirão Preto, a situação é semelhante, com mais de 75% dos casos confirmados na semana analisada pertencentes a essa variante. A experiência em países europeus sugere que a curva de contaminação pela Ômicron pode apresentar uma queda rápida.

Previsões e Fatores Determinantes

De acordo com o pesquisador e professor da Unesp, Vítor Engraça-Valente, o pico da Ômicron em Ribeirão Preto poderia ocorrer em meados de fevereiro, seguindo a tendência de internações e considerando o padrão observado em outros países. Entretanto, a circulação do vírus H3N2 pode influenciar a duração e a intensidade do pico. A menor letalidade da Ômicron, com menos internações e casos graves, pode ser atribuída à menor capacidade de proliferação nos pulmões e à maior facilidade de infecção nas vias aéreas superiores, além da proteção conferida pela vacinação.

Vacinação e Imunidade Coletiva

O professor destaca a importância da vacinação infantil como um passo fundamental para o controle da pandemia, prevendo uma diminuição da gravidade da Covid-19 em crianças e um aumento da imunidade coletiva. Ele enfatiza a necessidade de completar o esquema vacinal, incluindo a dose de reforço, para uma maior proteção contra a Ômicron. A vacinação completa aumenta significativamente a proteção contra internações e sintomas graves. A pesquisa contínua e a divulgação dos dados são essenciais para o enfrentamento da pandemia e a melhoria da saúde pública.

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