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‘Mais transmissível que a delta’, infectologista avalia a variante ômicron da Covid-19

Ulysses Strogoff, médico do Hospital da Clínicas, admite alerta maior com a nova variação que já fecha fronteiras pelo mundo
Variante ômicron
Ulysses Strogoff, médico do Hospital da Clínicas, admite alerta maior com a nova variação que já fecha fronteiras pelo mundo

Ulysses Strogoff, médico do Hospital da Clínicas, admite alerta maior com a nova variação que já fecha fronteiras pelo mundo

A nova variante Ômicron do coronavírus, detectada na África do Sul, preocupa a comunidade internacional pela sua alta transmissibilidade. Classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma variante de preocupação, ela já levou diversos países a fecharem suas fronteiras aéreas com nações africanas.

A Transmissibilidade da Ômicron

De acordo com o médico infectologista Ulisses Strogoff, do HCI de Ribeirão Preto, a Ômicron parece ser ainda mais transmissível que a variante Delta. Essa alta transmissibilidade é o principal motivo de preocupação, pois quanto mais o vírus circula, maior a chance de novas variantes surgirem. A vacinação, embora essencial para prevenir casos graves e óbitos, não impede totalmente a circulação do vírus, permitindo que pessoas vacinadas possam contrair e transmitir a doença.

Medidas de Prevenção e Vacinação

Para conter o avanço da Ômicron no Brasil, medidas como o controle de fronteiras e a intensificação da vacinação são cruciais. A exigência de comprovação vacinal para entrada no país, assim como a vacinação completa da população brasileira, incluindo crianças e doses de reforço, são ações importantes. Muitas cidades ainda apresentam um número significativo de moradores sem o ciclo vacinal completo, reforçando a necessidade de campanhas de conscientização e mutirões de vacinação, como o realizado em Franca, onde mais de 40 mil pessoas ainda não completaram a segunda dose.

O Cenário Atual

Embora a gravidade da Ômicron e sua capacidade de escapar da imunidade vacinal ainda estejam sendo avaliadas, a alta transmissibilidade já exige medidas preventivas imediatas. A vigilância constante e a resposta rápida são fundamentais para minimizar o impacto dessa nova variante no Brasil e garantir a proteção da população.

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