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Manhã CBN repercute o Dia Internacional da Mulher

Psicóloga Danielle Zeoti fala da luta das mulheres por um tratamento igualitário na sociedade
Dia Internacional da Mulher
Psicóloga Danielle Zeoti fala da luta das mulheres por um tratamento igualitário na sociedade

Psicóloga Danielle Zeoti fala da luta das mulheres por um tratamento igualitário na sociedade

Neste Dia Internacional da Mulher, fomos às ruas de Ribeirão Preto para ouvir dos moradores sobre suas referências femininas. Conversamos com diversas pessoas, cujos relatos revelam a força e a resiliência das mulheres brasileiras.

Referência Materna: Um Pilar de Força

Diversos entrevistados destacaram suas mães como grandes referências. Seja pela criação de filhos sozinha, após a perda do marido, ou pela superação de dificuldades financeiras e sociais, as mães foram descritas como guerreiras, exemplos de força e determinação. Uma entrevistada, cuja mãe já ultrapassa os 90 anos, destacou a trajetória de trabalho incansável da matriarca, que criou nove filhos sozinha e ainda hoje se mantém ativa.

O Papel da Mulher na Sociedade e os Desafios da Igualdade

Além da referência materna, a conversa com os moradores também abordou o papel das mulheres na sociedade e os desafios que ainda persistem em relação à igualdade de gênero. Um vigilante lamentou os altos índices de feminicídio no país, enquanto outras entrevistadas destacaram a independência feminina e a capacidade de criar filhos sozinhas, sem depender de um parceiro. A força histórica das mulheres, conquistando direitos e espaço no mercado de trabalho, foi também um tema central nas entrevistas.

Superação e a Busca pela Liberdade

As entrevistas revelaram a luta diária das mulheres pela liberdade e o peso da expectativa de serem perfeitas em todos os papéis que desempenham. A necessidade de se equilibrar entre trabalho, família e vida pessoal gera exaustão e frustração. A mensagem final é de empoderamento e autoaceitação: as mulheres são fortes e resilientes, mas não precisam ser perfeitas. O importante é reconhecer suas conquistas e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária, onde o respeito e a valorização sejam constantes, não apenas em datas comemorativas.

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