Equipe, desde sua criação, conquistou dois títulos nas divisões de acesso, mas acabou rebaixado da Superliga na última temporada
O Vôlei Ribeirão, equipe que marcou a cidade de Ribeirão Preto desde 2017, enfrenta um futuro incerto. Após uma campanha decepcionante na Superliga A, culminando em rebaixamento para a segunda divisão, o time corre o risco de deixar de existir.
Mudança de rumos e saída do técnico
A saída do técnico Max Pacheco, figura central do projeto desde sua criação, é um dos principais fatores que contribuem para a situação crítica. Pacheco, que comandou a equipe aos títulos da Taça de Prata (2017) e da Superliga B (2018), atribui a decisão a uma queda nos investimentos e aos problemas gerados pela pandemia. Em entrevista, ele destacou a dificuldade de manter um time competitivo em meio a tantas adversidades e a necessidade de buscar novos desafios, acertando com uma equipe de Campinas.
Impacto da pandemia e falta de investimentos
A pandemia de Covid-19 afetou profundamente o Vôlei Ribeirão, assim como diversas outras equipes esportivas. A redução de investimentos, somada às dificuldades econômicas gerais, tornou a manutenção do time na elite do vôlei brasileiro insustentável. A Prefeitura de Ribeirão Preto, embora tenha demonstrado interesse na continuidade do projeto, afirma que o Vôlei Ribeirão é uma equipe autônoma e que as decisões futuras dependem da diretoria.
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O futuro incerto do Vôlei Ribeirão
A decisão final sobre o futuro do Vôlei Ribeirão está nas mãos de Lipe, presidente do clube e campeão olímpico de vôlei. A falta de investimentos e parceiros coloca em risco a permanência da equipe na cidade. A torcida, que chegou a criar um mascote (o cavalo Ace) e a lotar a Cava do Bosque, atrásra se vê diante da possibilidade de perder mais uma equipe esportiva de destaque, somando-se aos desafios enfrentados por outras modalidades como o futsal e o basquete.



