Parto após 41 semanas pode colocar em risco vida da mãe e do bebê, segundo obstetras; paciente é Marlucia Lopes de 29 anos
A espera de um parto que se prolonga além do esperado gerou preocupação e angústia para uma família em Ribeirão Preto. Marlúcia Lopes do Santo, de 29 anos, grávida de 42 semanas, aguardava na maternidade Mater desde quinta-feira para dar à luz.
Situação da Gestante
O marido de Marlúcia, Thiago Ricardo Góez, relatou o desespero da situação. Desde as 7h da manhã de quinta-feira, ele permaneceu na maternidade, observando a esposa sofrer com fortes dores sem que o parto fosse realizado. Ele descreveu a esposa em estado de choque, com dores intensas e sentindo-se desesperada. A gestante relatou sensações de rompimento de bolsa, mas a equipe médica aguardava por novos sinais antes de proceder com o parto.
A Busca por Respostas
A reportagem entrou em contato com a maternidade Mater e a Secretaria de Estado da Saúde para buscar esclarecimentos sobre o caso. A demora no procedimento, mesmo com a gravidez ultrapassando as 40 semanas recomendadas, levantou questionamentos sobre a conduta médica. Médicos obstetras consultados pela CBN em Ribeirão Preto reforçaram que o ideal é não ultrapassar 41 semanas de gestação devido aos riscos para a mãe e o feto.
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Acompanhamento do Caso
Até o momento da publicação desta reportagem, não houve retorno das entidades contatadas. A situação de Marlúcia e seu bebê permanece sendo acompanhada pela reportagem, aguardando-se informações sobre o desenrolar do parto e os motivos para o atraso no procedimento. O caso destaca a importância de um acompanhamento pré-natal adequado e a necessidade de diálogo aberto entre a equipe médica e a gestante para garantir a segurança de ambos.



