Ouça a coluna ‘CBN Nutrição’, com Cristina Trovó
Em um cenário onde a busca por refeições de qualidade e acessíveis se intensifica, levar a própria comida de casa tornou-se uma prática comum. Impulsionada tanto pela crise econômica quanto pelo desejo de uma alimentação mais saudável, a marmita surge como uma solução vantajosa, permitindo economia e controle nutricional.
Planejamento Sem Monotonia
Para aqueles com rotinas agitadas que optam por preparar as marmitas com antecedência, como aos domingos, a variedade é fundamental. A sugestão é diversificar o cardápio, preparando de dois a três tipos de refeições diferentes para evitar a monotonia alimentar. Além disso, é importante evitar preparações excessivamente secas, como grelhados sem molho. Pratos cozidos ou com molho tendem a manter um paladar mais agradável ao serem reaquecidos.
A Composição Nutricional Ideal
A composição da marmita deve ser equilibrada, incluindo fontes de carboidratos como arroz, feijão ou batata, e uma fonte de proteína, que pode ser frango, carne vermelha ou peixe. No caso das proteínas, é crucial garantir a refrigeração adequada e considerar o tempo de transporte, pois peixes e ovos são mais perecíveis. Para o macarrão, a dica é prepará-lo “al dente”, pois ele pode amolecer ao ser aquecido.
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Opções Quentes e Frias
As marmitas podem ser tanto quentes quanto frias. Refeições como arroz com carne são ideais para o almoço, enquanto opções frias como salada no pote ou cuscuz marroquino são práticas para o jantar. A salada no pote, por exemplo, pode conter grão de bico, frango desfiado e diversos vegetais, todos armazenados em um único recipiente. É importante separar os ingredientes, especialmente ao usar marmitas de plástico, esperando a comida esfriar antes de refrigerar. Se a salada for incluída, ela deve ser transportada separadamente para evitar que murche.
Em resumo, com planejamento e atenção aos detalhes, a marmita pode ser uma aliada valiosa para uma alimentação saudável e econômica.