Felippe Manoel, que dá vida ao Touro francano, disse que não viu os juízes e que a trombada foi involuntária
Mascote de Basquete Vai a Julgamento
Em um caso inusitado, o mascote de um time de basquete, César Franca, foi levado a julgamento após um incidente durante uma partida. O mascote, cuja identidade permanece anônima, pois se trata de uma pessoa jurídica e não física, foi acusado de trombar acidentalmente em uma árvore, causando danos à estrutura.
Absolvição e Abuso de Autoridade
Surpreendentemente, o mascote foi absolvido das acusações. A relatora do caso, no entanto, foi além e notificou o trio de arbitragem por abuso de autoridade durante o incidente, abrindo a possibilidade de punições para os envolvidos na partida. A falta de documentação oficial para o mascote também foi um ponto relevante do caso.
Aspectos Legais Curiosos
A situação levanta questões interessantes sobre a responsabilidade legal de personagens como mascotes, que são representados por pessoas jurídicas e não possuem documentos pessoais como CPF. A grande dimensão da fantasia utilizada pelo mascote também foi considerada no julgamento, explicando o acidente como um incidente involuntário devido à dificuldade de mobilidade.
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O caso do mascote César Franca demonstra a complexidade de situações inusitadas no mundo jurídico, e como a interpretação da lei pode se adaptar a circunstâncias improváveis. A absolvição do mascote e a notificação da arbitragem por abuso de autoridade demonstram que a justiça busca a equidade mesmo em casos curiosos e inusitados.


