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Material escolar em papelarias deve ficar mais caro

Reajuste já é maior do que o acumulado da inflação nos últimos doze meses, que foi de 2,54%
material escolar caro
Reajuste já é maior do que o acumulado da inflação nos últimos doze meses, que foi de 2,54%

Reajuste já é maior do que o acumulado da inflação nos últimos doze meses, que foi de 2,54%

Os pais brasileiros precisam se preparar para um ano letivo ainda mais caro. A lista de materiais escolares sofrerá um impacto significativo no orçamento familiar, com aumentos previstos em diversos itens.

Aumento nos preços de livros e papelaria

Livros didáticos já registraram alta de 7%, e os itens de papelaria também devem sofrer reajustes no início do próximo ano. Segundo o comerciante Benedito José Caturelli, o mercado está estável, com pequenas variações dependentes de fatores internos e externos, como a economia mundial e a cotação do dólar. Ele estima um aumento de até 4% em relação ao ano anterior.

Dicas para economizar na compra de material escolar

A professora Josiane Avellino recomenda planejamento e pesquisa de preços. Fazer orçamentos em diferentes lojas e comparar valores é fundamental para encontrar as melhores ofertas. Materiais com personagens licenciados, como os Vingadores, tendem a ser mais caros, com aumentos que podem chegar a 3% ou 4%. Já itens com marcas que recém entraram no mercado podem apresentar maior estabilidade de preços. A dica principal é antecipar as compras para evitar reajustes de última hora.

Reajustes nas mensalidades escolares

Para piorar a situação, as mensalidades escolares também estão mais caras. Flávia Passalha e Marcos Ripoli, pais de gêmeos, relataram um aumento de 8% nas mensalidades da escola de seus filhos. O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo afirma que as escolas têm autonomia para definir seus reajustes, mas a média fica entre 3% e 6%. A falta de transparência sobre os critérios utilizados para esses aumentos tem gerado insatisfação entre os pais. A legislação exige que as escolas apresentem uma planilha detalhada justificando os reajustes, mas nem sempre isso acontece. Pais prejudicados podem procurar o Procon ou um advogado especialista em direitos do consumidor.

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