Ouça a coluna ‘Conexão CBN’, com o consultor em marketing digital, Thiago Fernandes
O Brasil conquistou uma inédita medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio: a maior taxa de engajamento nas redes sociais entre os países participantes. Este sucesso digital reflete o aumento exponencial do consumo de informação online nos últimos anos.
O impacto das redes sociais nos Jogos Olímpicos
Em 2021, com o mundo ainda em meio à pandemia, a conexão online aumentou consideravelmente. O público, conectado por mais de quatro horas diárias, acompanhou avidamente os Jogos Olímpicos através das redes sociais. O Brasil ficou em terceiro lugar no ranking de engajamento, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia, com plataformas como TikTok, Instagram e Facebook impulsionando a interação.
Atletas como influenciadores digitais
Atletas brasileiros como Raíza Leal (skate), Ítalo Ferreira (surfe) e Douglas Souza (vôlei) se destacaram, não só por suas conquistas esportivas, mas também pelo expressivo aumento de seguidores nas redes sociais. Raíza, por exemplo, viu seu número de seguidores crescer 677%, atingindo 5,8 milhões. Esse engajamento se deve à estratégia de compartilhamento de conteúdo, com vídeos virais impulsionando a popularidade dos atletas e aproximando-os do público.
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O futuro do esporte e das redes sociais
A visibilidade online proporcionada pelas redes sociais democratizou o acesso ao esporte. O público pode acompanhar de perto a rotina dos atletas, criando uma conexão mais próxima e íntima. Essa tendência deve se intensificar nos próximos Jogos Olímpicos, com atletas cada vez mais atuando como influenciadores e utilizando as redes para parcerias comerciais e fortalecimento de suas marcas pessoais. A integração entre esporte e mídia digital é uma realidade em constante evolução, exigindo adaptação de protocolos e estratégias de comunicação por parte de atletas, entidades esportivas e veículos de mídia tradicionais.