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Médico suspeito diz que própria mãe matou irmã e esposa dele envenenadas

Luiz Garnica e Elizabete Arrabaça foram presos após as mortes de Nathalia Garnica e Larissa Rodrigues, em Ribeirão Preto
Médico suspeito diz que própria mãe
Luiz Garnica e Elizabete Arrabaça foram presos após as mortes de Nathalia Garnica e Larissa Rodrigues, em Ribeirão Preto

Luiz Garnica e Elizabete Arrabaça foram presos após as mortes de Nathalia Garnica e Larissa Rodrigues, em Ribeirão Preto

O médico Luiz Garnica acusou Elizabeth Arrabassa, Médico suspeito diz que própria mãe, mãe da professora de pilates Larissa Rodrigues, de ter envenenado a filha e a esposa dele, Natália Garnica. A acusação foi feita durante um novo interrogatório realizado na quarta-feira, ao qual a reportagem da CBN teve acesso.

Luiz Garnica está preso sob suspeita de envolvimento nos crimes contra Larissa Rodrigues. Elizabeth Arrabassa, também presa, negou participação nos envenenamentos durante seu interrogatório, que ocorreu de forma virtual, pois ela está detida em Mojiguassu.

Detalhes do caso: Exames periciais indicaram que Natália e Larissa morreram por ingestão de chumbinho, um veneno ilegal usado para matar ratos. Luiz Garnica afirmou que Elizabeth teria matado a filha Natália para ficar com uma herança a que ela tinha direito, e que também acredita que Elizabeth matou Larissa, embora não tenha detalhado as motivações.

“Eu sei no próximo, eu queria ter uma da minha amiga em que eu não tinha tomo. Eu não tinha uma relação com a minha mãe de mãe filha hoje, que na casa minha era a melhor de receber alguma coisa, eu sabia do que ela fez. Eu não tenho coragem hoje. Isso é uma fadura para mim. É muito difícil você pensar que a pessoa que te filou, e que a nossa vida e o nosso incapaz de fazer alguma coisa, tenha acertado a própria filha com as suas pessoas.”

Negativa da suspeita e versão sobre a morte de Larissa

Elizabeth Arrabassa negou envolvimento nos crimes e, em carta escrita no início de junho, afirmou que Larissa morreu após tomar um remédio que continha veneno para rato, sem que nenhuma delas soubesse da presença do chumbinho. Inicialmente, Elizabeth chegou a sugerir que Natália teria colocado o veneno nas cápsulas do medicamento, mas no interrogatório descartou essa possibilidade.

“Eu pensei, gente, será que… Eu peguei o remédio a Natália, a Natália tinha posto alguma coisa nesse remédio, mas depois eu pensei bem e falei, é impossível isso, não tenta ver, porque a Natália não teria condição…”

Sobre a noite da morte de Larissa, Elizabeth relatou que chegou sozinha ao apartamento, deu um medicamento para Larissa, que não estava se sentindo bem, e também tomou o remédio.

Pedido de prisão domiciliar: Ao final do interrogatório, Elizabeth solicitou prisão domiciliar alegando problemas de saúde, incluindo tosse intensa, dor nas pernas e dificuldade para dormir devido ao barulho na prisão. O pedido já havia sido feito anteriormente e negado pela justiça.

“Eu gostaria muito de poder estar no meu lar, gostaria muito de poder estar lá, doutor, e ajudar em tudo que eu puder, o senhor, para os personagens vendarem esses casos. Não sou poderosa ajudar para que eu possa ficar em prisão domiciliar, como torne os meus velheiros, o jeito que você quiser.”

Próximos passos: O delegado Fernando Bravo, responsável pelas investigações, deve concluir o relatório final nos próximos dias, que será encaminhado à justiça para decisão.

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