Residentes protestam desde a semana passada, pedindo reajuste no valor da bolsa que recebem e melhores condições de trabalho
Médicos residentes do HC em São Paulo estão em greve desde a semana passada, reivindicando reajuste na bolsa de residência e melhores condições de trabalho.
Reajuste negado
Uma portaria de março previa aumento de 11,9% na bolsa, elevando o valor de R$ 2.976 para R$ 3.330 por 60 horas semanais. No entanto, São Paulo foi o único estado que não homologou o reajuste, motivando a paralisação.
Déficit de Valorização
Segundo Bárbara Milen, médica residente em dermatologia do HC de Ribeirão Preto, o movimento pela valorização da residência médica começou em 2015 e, até o momento, não houve melhorias significativas. A greve, que já dura oito dias em algumas cidades, afeta apenas os estudantes, não os médicos contratados.
Leia também
Impacto e próximos passos
A paralisação dos médicos residentes impacta diretamente a assistência médica em diversos hospitais do estado. A Secretaria Estadual de Saúde ainda não se pronunciou sobre a situação. A expectativa é que a greve continue até que o reajuste seja concedido e as condições de trabalho sejam melhoradas.



