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Medidor de poluição da CETESB está há dois anos sem funcionar

Apenas 8% da população mundial vive em áreas em que a qualidade do ar não ultrapassam os limites mínimos da OMS
Medidor de poluição CETESB
Apenas 8% da população mundial vive em áreas em que a qualidade do ar não ultrapassam os limites mínimos da OMS

Apenas 8% da população mundial vive em áreas em que a qualidade do ar não ultrapassam os limites mínimos da OMS

Poluição do ar: um problema global com reflexos em Ribeirão Preto

Qualidade do ar comprometida globalmente

Um estudo recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que 92% da população mundial vive em áreas com qualidade do ar inferior aos padrões estabelecidos pela organização. Estima-se que cerca de 3 milhões de mortes anuais estejam relacionadas à exposição à poluição atmosférica externa.

Ribeirão Preto sem monitoramento

Em Ribeirão Preto, a situação é ainda mais preocupante: o único medidor de poluição da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) foi roubado em 2014 e, desde então, permanece inoperante. A instalação de um novo equipamento enfrenta entraves burocráticos e técnicos, segundo informações do técnico da agência da Cetesb em Ribeirão Preto, Elí Nicoleto. A falta de monitoramento impede a avaliação precisa da qualidade do ar na cidade.

Consequências da poluição e a importância da medição

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) também alerta para níveis recordes de dióxido de carbono na atmosfera em 2015, atingindo 400 partes por milhão. A ambientalista e bióloga da USP destaca a importância do monitoramento da qualidade do ar para garantir a saúde da população e subsidiar ações públicas eficazes. A falta de dados precisos dificulta a implementação de planos para mitigar os impactos da poluição, especialmente considerando os eventos de queimadas na região e o intenso tráfego de veículos. A posição geográfica de Ribeirão Preto, em uma baixada, agrava o problema, concentrando poluentes e calor. A combinação de fatores, incluindo a atividade agrícola, contribui para a deterioração da qualidade do ar, impactando diretamente a saúde dos moradores.

A ausência de dados confiáveis sobre a qualidade do ar em Ribeirão Preto dificulta a tomada de decisões e a implementação de medidas para proteger a saúde da população. A reposição do equipamento de monitoramento e a adoção de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade do ar são urgentes e essenciais para garantir um ambiente mais saudável para todos.

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