Ação aconteceu nesta manhã (26) nos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais; dois suspeitos de Ribeirão Preto foram presos
A polícia civil de Ribeirão Preto apoiou uma operação coordenada pela polícia civil do Paraná que realizou ações em três estados: Paraná, Megaoperação busca suspeitos de integrar quadrilha, São Paulo e Minas Gerais. Na manhã desta quarta-feira, dois suspeitos foram presos em Ribeirão Preto durante a ação, que visa combater o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.
As prisões ocorreram por volta das seis horas da manhã, realizadas pelo grupo de operações especiais da polícia civil. Os suspeitos tiveram prisão preventiva decretada e são investigados por envolvimento com o tráfico de drogas. A operação cumpriu 100 ordens judiciais, incluindo 39 mandados de prisão, 20 de busca e apreensão e 41 medidas patrimoniais, como sequestro de imóveis e bloqueio de bens e valores em contas bancárias.
Cerca de 150 policiais civis participaram da operação, que teve início há cerca de três anos, a partir do monitoramento de um suspeito na cidade de Marechal Cândido Rondon, no Paraná. Esse indivíduo é apontado como um dos principais distribuidores de drogas na região.
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Detalhes da operação: Segundo o delegado Leandro Munim, responsável pela ação, várias apreensões e prisões foram realizadas durante as investigações. O principal alvo da operação já está preso no Mato Grosso do Sul e ocupa posição de liderança em uma organização criminosa que estruturou uma rede de distribuição de drogas e um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Coordenação e objetivos: A operação faz parte da iniciativa nacional chamada Operação Narc, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, com apoio da diretoria de operações integradas e de inteligência. O principal objetivo é desmantelar a estrutura financeira do grupo criminoso e apreender bens adquiridos com dinheiro ilícito.
Situação atual: Os dois suspeitos presos em Ribeirão Preto permanecem sob custódia na Central de Polícia Judiciária (CPJ). As investigações continuam sob responsabilidade da polícia civil do Paraná. Os valores movimentados pela organização criminosa ainda não foram divulgados.
Informações adicionais
A operação envolveu a cooperação entre as polícias civis dos três estados e mobilizou cerca de 150 agentes para cumprir as ordens judiciais. A investigação teve início há aproximadamente três anos, evidenciando o trabalho de monitoramento e coleta de provas contra a organização criminosa.



