Felipe Henrique da Silva dos Santos foi socorrido na UPA do Jardim Aeroporto, em Franca, mas não resistiu
Um menino de 9 anos, identificado no boletim de ocorrência como Felipe Henrique da Silva, morreu após engasgar com um pedaço de pão em Franca. Segundo registro policial, o garoto tinha comorbidades — entre elas diabetes e autismo — e foi socorrido pela família e pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu ao chegar à UPA Jardim Aeroporto.
O caso e o atendimento
De acordo com os documentos oficiais, a família acionou os bombeiros ao perceber que o menino havia passado mal em casa. A equipe de resgate atendeu a ocorrência e acompanhou o transporte até a unidade de pronto atendimento, onde os profissionais tentaram reverter a situação, sem sucesso. A cobertura do caso foi feita pelo repórter Kelvin Mello no Jornal PTV1, e o incidente também ganhou espaço no portal G1 Ribeirão Preto, que publicou orientações sobre como agir em casos de engasgo.
Grupos mais vulneráveis
Especialistas ouvidos pela imprensa lembram que engasgos são mais frequentes entre bebês e idosos, mas podem ocorrer em qualquer faixa etária. No caso em questão, a presença de autismo e diabetes pode ter contribuído para a maior vulnerabilidade da criança, embora o engasgo também seja um risco em situações de descuido durante a alimentação. Recentemente, outro episódio envolvendo um idoso de 80 anos que se engasgou ao comer pedaço de carne e acabou morrendo foi destacado pelos meios locais, o que reforça a recorrência desse tipo de acidente.
Leia também
Prevenção e primeiros socorros
Autoridades de saúde e veículos de comunicação têm enfatizado a importância do conhecimento em primeiros socorros e das medidas preventivas durante a alimentação, especialmente entre idosos e crianças. O G1 Ribeirão Preto e outras fontes locais divulgam orientações sobre como proceder em casos de engasgo; familiares e cuidadores são incentivados a buscar informação e treinamento, que podem fazer diferença em situações de emergência.
O episódio reacende o alerta sobre a necessidade de atenção durante as refeições e de divulgação constante de informações práticas sobre socorro imediato.



