Ouça o quadro ‘A Cidade há 90 anos’, com Rosana Zaidan
Em 1926, Ribeirão Preto vivenciava um período de efervescência no setor imobiliário, marcado pela construção de palacetes que embelezavam a cidade. O arquiteto Guilherme Rosada, figura proeminente na época, apresentou seus projetos ao Jornal da Cidade, revelando obras de grande beleza que transformavam a paisagem urbana.
O Auge da Arquitetura Elegante
Os palacetes, símbolos de luxo e requinte, refletiam o desenvolvimento e a prosperidade de Ribeirão Preto. Infelizmente, muitos desses casarões não foram preservados ao longo dos anos, encontrando-se atualmente em estado precário. A falta de investimento na conservação do patrimônio histórico impede que a população admire a grandiosidade arquitetônica daquela época.
A Crise de 1929 e a Resiliência de Ribeirão Preto
Apesar da crise de 1929 ter afetado o setor cafeeiro, a economia de Ribeirão Preto demonstrou resiliência e capacidade de recuperação. Em janeiro de 1926, os projetos de construção de casas de luxo e palacetes continuavam a todo vapor, impulsionando o desenvolvimento da cidade. Um desses projetos, localizado na esquina da Barão do Amazonas com a General Osório, onde hoje se encontram estabelecimentos comerciais, demonstrava o valor e a beleza das construções da época.
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Um Olhar para o Passado
O Jornal da Cidade, ao descrever as obras, utilizava a expressão “maior beleza da nossa urbe”, evidenciando o impacto positivo das construções na estética da cidade. A preservação da memória arquitetônica de Ribeirão Preto é fundamental para valorizar o passado e inspirar o futuro.
Embora a beleza de outrora não esteja totalmente visível devido à falta de preservação, o registro histórico nos permite imaginar a grandiosidade e o charme da Ribeirão Preto de 1926.



