Com uma redução de apenas 6 centavos nos valores da cidade, motoristas ainda sentem o bolso pesar na hora de abastecer
O aniversário de 169 anos de Ribeirão Preto é marcado pela insatisfação dos motoristas em relação aos preços dos combustíveis na cidade. Apesar do anúncio recente da Petrobras sobre a redução do preço médio do litro da gasolina em 17 centavos, Mesmo com anúncio da Petrobras, preço, a diminuição percebida nas bombas locais foi de apenas 6 centavos, o que representa uma queda inferior a 1% em comparação à semana anterior, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Autonomia dos postos e variação de preços
Valdemar de Bortoli, presidente da Associação Brasileira das Distribuidoras de Combustíveis, explicou que os postos de Ribeirão Preto têm autonomia para definir os preços ao consumidor. Em regiões com menor concorrência, a redução anunciada pela Petrobras pode não ser repassada integralmente, enquanto em áreas com maior competição, os descontos podem ser maiores. O preço médio do litro da gasolina na cidade está em R$ 6,03.
Impacto no etanol e comportamento do consumidor: O etanol acompanha a variação de preço da gasolina, já que a maioria dos veículos na frota local são flexíveis e os consumidores podem optar por um ou outro. Motoristas relatam dificuldades para encontrar preços mais acessíveis e afirmam que o custo para abastecer o veículo pesa no orçamento.
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Perspectivas econômicas e influência internacional: O economista Maurílio Benit destacou que, a curto prazo, o cenário de preços dos combustíveis deve se manter estável, mas não é possível descartar novas alterações. Ele ressaltou que os conflitos no Oriente Médio podem influenciar a alta dos preços, já que não há perspectiva de resolução no curto prazo.
Informações adicionais
Apesar da redução anunciada pela Petrobras, a queda efetiva nos preços ao consumidor depende da política de cada posto e da concorrência local. A situação atual reflete a complexidade do mercado de combustíveis e os impactos de fatores externos, como conflitos internacionais, na economia brasileira.



