Residentes da Rua Orestes Morandini afirmam que os hidrômetros estão rodando mesmo com as torneiras vazias
Água no Jardim Castelo Branco: reclamações e falta de solução
Moradores da Rua Orestes Morandine, no Jardim Castelo Branco, enfrentam problemas constantes com falta de água. Há dias, as torneiras estão secas, e o pior: os hidrômetros continuam girando, mesmo sem o consumo. Carlos Alberto, técnico em Raios-X, relata que sua conta de água saltou de R$ 300 para R$ 500 em apenas um mês, apesar da falta d’água persistente. As reclamações ao DAEP são frequentes, mas sem solução.
Impactos financeiros e adaptações
A situação afeta não apenas o orçamento de Carlos Alberto. André de Souza conta que a conta de água de sua mãe, uma idosa de 82 anos, subiu de R$ 22,30 para R$ 130,00 após a troca do hidrômetro feita pelo DAEP, mesmo com a falta de água. Para contornar a situação, a família precisa improvisar, acumulando água em baldes e outros recipientes.
Resposta do DAEP e próximos passos
Em nota, o DAEP nega a existência de falta de água constante no bairro, atribuindo as interrupções a manutenções pontuais. A autarquia afirma que um reparo na Avenida Antônio de Edirixem, realizado na terça-feira, dia 5, causou a paralisação do sistema, mas que o abastecimento foi restabelecido na quarta-feira. Quanto aos hidrômetros que continuam girando sem consumo, o DAEP orienta os moradores a registrar a ocorrência pelo telefone 115 para verificação.
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Os moradores do Jardim Castelo Branco aguardam soluções efetivas para o problema crônico de falta de água e o funcionamento incorreto dos hidrômetros, impactando diretamente seus orçamentos e qualidade de vida. A falta de respostas eficazes do DAEP gera preocupação e frustração na comunidade.



